O incêndio que deflagrou na terça-feira, no concelho da Guarda, continua sem dar tréguas e obrigou ao corte de duas das principais vias da região. Mais de 400 operacionais combatem as chamas, apoiados por oito meios aéreos.
De acordo com a atualização mais recente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), às 12h43 estavam empenhados no teatro de operações 412 operacionais, apoiados por 120 viaturas e oito meios aéreos.
A violência do incêndio levou ao encerramento da Autoestrada A25, entre o nó da Guarda e o Alto de Leomil, bem como da Estrada Nacional 16, entre a Cruz Amoreira e Pínzio, obrigando os condutores a recorrerem a percursos alternativos.
As autoridades recomendam a utilização da EN221 e da ligação entre Parada, Rochoso e Guarda, enquanto decorrem as operações de combate às chamas.
O fogo teve início na terça-feira, numa zona de mato do concelho da Guarda. Nas primeiras horas não existiam habitações em risco, mas o dispositivo de combate foi sendo sucessivamente reforçado à medida que o incêndio evoluía.
Até ao momento, não há informação oficial sobre vítimas ou danos em habitações. O distrito da Guarda mantém-se sob risco muito elevado de incêndio, com as autoridades a apelarem à máxima prudência e ao cumprimento das restrições em vigor.