Entre fevereiro e março, a Serra da Estrela volta a afirmar-se como o grande palco dos sabores mais autênticos de Portugal, transformando-se num verdadeiro altar gastronómico onde tradição, identidade e saber ancestral se encontram à mesa. As Feiras do Queijo Serra da Estrela 2026 prometem encher de vida, aromas e visitantes os concelhos da Região Demarcada, celebrando um dos produtos mais emblemáticos da gastronomia nacional.
No centro das atenções está o Queijo Serra da Estrela, produzido de forma artesanal a partir de leite de ovelhas das raças Bordaleira e Churra Mondegueira, sal e flor de cardo, mantendo um saber-fazer ancestral que continua a afirmar a identidade da região e o trabalho dos produtores locais. Reconhecido pela sua textura cremosa e sabor intenso, o queijo volta a ser o principal embaixador da Serra da Estrela junto de visitantes nacionais e estrangeiros.
Para além da vertente gastronómica, as feiras apresentam uma programação diversificada que inclui concertos, animação permanente, espetáculos tradicionais, demonstrações ligadas ao pastoreio, feira de artesanato, iniciativas de valorização da cultura local e momentos dedicados às tradições serranas. O desporto também marca presença, com atividades ao ar livre, caminhadas, provas e eventos que promovem o contacto com a natureza e o território.
Em 2026, Seia acolhe a Feira do Queijo Serra da Estrela entre 14 e 17 de fevereiro, seguindo-se Celorico da Beira de 20 a 22 de fevereiro. Penalva do Castelo recebe a Feira do Pastor e do Queijo nos dias 21 e 22 de fevereiro, enquanto Tábua promove a Tábua de Queijos a 28 de fevereiro e 1 de março. A Festa do Pastor e do Queijo realiza-se no Mosteiro, em Penaverde, a 1 de março. Oliveira do Hospital recebe o evento nos dias 7 e 8 de março, segue-se o Mercado do Queijo em Gouveia, a 14 e 15 de Março e Fornos de Algodres encerra o ciclo de feiras do queijo a 20 e 22 de março.
Mais do que eventos gastronómicos, as Feiras do Queijo Serra da Estrela assumem-se como uma montra da identidade serrana, dinamizando a economia local, promovendo a cultura, o desporto e as tradições, e reforçando o papel do queijo como símbolo maior de um território que se afirma pela autenticidade.